domingo, 21 de dezembro de 2008

Tumbas com mais de quatro mil anos descobertas no Egipto


As autoridades egípcias anunciaram, este domingo, a descoberta de duas tumbas com mais de quatro mil anos no complexo funerário de Saqara, que foi a necrópole de Menfis, situada cerca de 30 quilómetros ao sul do Cairo.

Em comunicado do Conselho Superior de Antiguidades egípcias, o ministro da Cultura, Farouk Hosni, disse que são duas tumbas pertencentes a uma cantora e a um responsável da Administração do rei Unas, o último da V dinastia.

Os sepulcros, esculpidos na pedra e com hieróglifos no exterior, estão cerca de 400 metros a sudoeste da famosa pirâmide de Zoser, e foram encontrados por uma equipa de arqueólogos egípcios.

Uma dos túmulos pertence a um homem, identificado como Aia Mat, que ocupou vários postos de responsabilidade durante o reinado do rei Unas, como a supervisão dos clérigos.

A outra é de uma cantora e está decorada com uma pintura da artista, que aparece de pé e com uma flor de lótus.

O comunicado não especificou se no interior das tumbas foram encontradas as múmias dos falecidos.

In TSF Online

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Egipto recupera 79 peças arqueológicas roubadas em 2002

Cairo, 16 Dez (Lusa) - As autoridades egípcias conseguiram recuperar 79 peças arqueológicas que tinham sido roubadas em 2002 e que foram localizadas nos Estados Unidos, informou hoje o ministro da Cultura egípcio, Faruk Hosni, em comunicado.

Segundo o ministro, as peças foram furtadas dos armazéns da Faculdade de Literatura da Universidade do Cairo.

O presidente do Conselho Supremo de Antiguidade, Zahi Hawas, explicou que as antiguidades foram levadas do país por um oficial norte-americano depois de comprá-las a um cidadão egípcio.

As peças foram descobertas quando o militar tentou vendê-las a uma leiloeira de Nova Iorque.

Quando foi interrogado, "não pôde demonstrar que era o legítimo proprietário das peças" e admitiu que as tinha retirado do Egipto de forma ilegal, de acordo com a nota.

As 79 peças chegaram ao Egipto no final da semana passada depois de um tribunal norte-americano se ter pronunciado a favor do Estado egípcio, explicou Hawas.

Fonte: Agência LUSA

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Descobertos restos de pirâmide da rainha egípcia Sesheshet


Cairo, 11 Nov (Lusa) - Uma equipa de arqueólogos egípcios resgatou das areias de Saqara, ao sul do Cairo, os restos da pirâmide da rainha Sesheshet, que fez parte do Império faraónico há 4300 anos.

Perante dezenas de órgãos de comunicação social, o mediático arqueólogo Zahi Hawas, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, mostrou hoje o último tesouro que o país salvou da areia e do esquecimento.

"É uma descoberta muito importante. Estamos acostumados a encontrar um túmulo ou uma estátua, mas hoje anunciamos o achado da pirâmide de uma rainha", disse Hawas.

Quatro milénios depois da sua construção, ainda se mantêm de pé cinco metros da estrutura original. A pirâmide mediu no passado 15 metros, com uma inclinação de 51 graus.

Os restos foram localizados no complexo funerário de Saqara, onde também se encontra a famosa pirâmide em escada de Zoser e que fez parte da necrópole de Mênfis.

Na apresentação, o arqueólogo realçou que se trata "de uma das pirâmides mais importantes da quinta dinastia" do Império Antigo.

Sesheshet, rainha do Egipto, foi a mãe do rei Titi (2323-2291 a.C.), o primeiro faraó da sexta dinastia, cuja pirâmide se encontra a poucos metros da que hoje foi apresentada.

"Ainda não entrámos na câmara da pirâmide", assinalou Hawas, prognosticando que, no seu interior, se encontrarão "inscrições que falam de Sesheshet".

A pirâmide, como muitas outras, foi saqueada. Ainda hoje é visível um largo buraco por onde se supõe que os ladrões tenham entrado.

Os peritos localizaram durante as escavações uma capela construída no Império Novo, na qual se conservam restos de escrita faraónica, e uma parte do revestimento da pirâmide.

Hawas chegou à conclusão de que este monumento foi construído para Sesheshet depois de ter estudado o contexto histórico e de serem feitas outras descobertas na zona, onde dirige investigações desde 1988.

O arqueólogo mencionou um "papiro médico" em que a rainha pedia conselho sobre problemas que tinha com o seu cabelo.

Segundo Hawas, as pirâmides das duas mulheres de Titi, Khuit e Iput I, já foram localizadas, não havendo conhecimento de mais rainhas ligadas a este faraó.

Por esta razão, e apesar da ausência de provas definitivas, Hawas está convencido "a cem por cento" de que os restos pertencem à pirâmide da rainha Sesheshet.

Com mais este achado, o catálogo arqueológico do Egipto inclui 118 pirâmides das quais se conserva pelo menos parte da superstrutura. Hawas acredita que ainda há mais por desenterrar.
"Eu digo sempre que se desconhecem os secretos que escondem as areias do Egipto", sentenciou.

Fonte: Agência LUSA

sábado, 18 de outubro de 2008

O reencontro...

Sábado. As emoções ao rubro para o reencontro dos habibis e recordar os bons momentos passados em conjunto. À medida que me aproximava da porta do restaurante, já se avistava a presença da maioria, sempre com a permanente boa disposição espelhada nos rostos. O trabalho em casa tinha sido feito. Cópia das fotografias individuais ou em grupo até avariar o gravador! Mas perante o prazer de voltar a reunir-me com este grupo, esse problema era insignificante…


(O habibi Sérgio não consta na foto, pois folgou durante um período para assistir a uma peça de teatro com uma amiga… pelo menos foi o pretexto que usou…!) : )


Durante o jantar, sempre animado com as memórias das nossas visitas e dos instantes passados com o nosso líder Farouk, ia-se juntado a comida e… claro, a bebida… e o sorriso ia-se reflectindo na cara dos nossos habibis alcoólicos… :)

Como é o caso do Pedro…


…da Ana (ou a “madrasta má do Pedro”)… :)



…ou até mesmo da Sofia… a quem o copo já lhe parecia pequeno… :)




Efectuada a troca de fotografias e pago o jantar, estava na hora de dar rumo ao “Nr 2 – É prá poncha” para dar continuidade à noite. Para os mais preocupados com a viagem que se avizinhava ou as ressacas do dia seguinte, uma água ou um refrigerante era o ideal para manter a serenidade… mas a maioria dos habibis não se intimidou e optou mesmo pelas saborosas e traiçoeiras ponchas de maracujá e de tangerina!


À medida que o tempo foi passando, alguns habibis foram regressando ao seu habitat, mas os mais resistentes, mesmo sem karkadé, persistiam em manter vivo o espírito da noite. Após a saída do Nr 2, e novamente na companhia do habibi Sérgio e da sua amiga, foi vez de efectuar um passeio “Lisboa by night” para queimar as calorias até ali ganhas!

A indecisão sobre o próximo local pairava e a opinião divergente da habibi Márcia, que não pretendia conversa em prol de acção, acabou por derrotar a ideia de prosseguir para uma noite de pura cavaqueira. Assim sendo, turno ao Blues e toca a abanar o corpinho… ou o que ainda restava deste…!

O final da noite foi-se avistando, mas o entusiasmo mantinha-se… e como a fome apertava, nada melhor (ou talvez por falta de alternativas) que um caldinho verde e um pão com chouriço no Saloio para terminar a dose.

Mas às 5 horas, a reacção já era pouca e o habibi Pedro aproveita para recostar…
P

Foto cedida por Sandra Dantas


…enquanto o habibi Cacildo entrava em estado de sonambulismo!
P

P Foto cedida por Sandra Dantas


Mas para voltar a casa, estava na altura de beber uma água e estimular o cérebro…
P

Foto cedida por Sandra Dantas


…e apesar do esforço em disfarçar o cansaço, este era notório e igualmente sinal de mais uma noite repleta de muita convivência, alegria e amizade.


Foto cedida por Sandra Dantas


Obrigado a todos os habibis presentes (e igualmente àqueles que por motivos contingentes não puderam comparecer) pela manutenção do espírito de união que incrivelmente umas curtas férias conseguiram proporcionar.

Face à forma como este 1º encontro decorreu, apenas uma ideia persiste… outros encontros se seguirão concerteza!

Post da autoria do Habibi Eduardo

terça-feira, 14 de outubro de 2008

E depois do Adeus

Já passaram duas semanas desde o nosso regresso a Lisboa. Pese embora o silêncio que reinou durante os primeiros dias, a divulgação do blogue e o mail que o habibi Eduardo enviou a todos com duas belas fotos do grupo [da sua autoria], fizeram o grupo despertar e a retomar os contactos.

O desafio que agora se apresenta é o da organização de um jantar, tarefa que o habibi Eduardo acaba por tomar em mãos concretizando este desejo dos seus habibis.

Agendado para o próximo Sábado, o jantar é na Portugália do Cais do Sodré e o número de inscrições não deixa espaço para dúvidas. Dos 22 elementos do grupo, 16 estarão presentes, dois deles vindos do Porto (Sandra e Pedro) e os outros dois, de Leiria (Mónica e Pedro).

Mas se o número de inscrições é per si, bastante simpático, não podemos deixar de sublinhar a impossibilidade da Esperança e do José estarem connosco nesse dia. Não que não quisessem mas porque a nossa habibi vai ser submetida, esta semana, a uma intervenção cirúrgica.

Assim, aqui fica um beijo para a nossa habibi e os votos para que tudo corra pelo melhor e para que a sua recuperação seja o mais célere possivel.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Turistas raptados libertados na fronteira do Chade

Cairo, 29 Set (Lusa) - Tropas egípcias e sudanesas recuperaram um grupo de 19 turistas europeus raptados por milícias num assalto contra os seus raptores próximo da fronteira entre o Sudão e o Chade, anunciaram hoje fontes oficiais egípcias.

Os turistas e os seus guias regressaram hoje sãos e salvos ao Cairo, revelou fonte oficial.

A operação pôs fim a um drama que já durava há dez dias e que envolveu 19 turistas europeus e os seus oito motoristas egípcios e guias através de uma faixa do deserto do Sahara. Os turistas foram capturados por assaltantes e obrigados a deslocar-se no deserto entre o Egipto e o Sudão e mais tarde para a fronteira com a Líbia e com o Chade.

Uma fonte da segurança egípcia disse, sob anonimato, que a operação conjunta junto à fronteira sudanesa-chadiana foi conduzida hoje de manhã.

O ministro egípcio da Defesa, Hussein Tantawi, disse que "metade dos raptores foi morta na operação de salvamento", segundo a a agência oficial MENA, mas sem precisar o número ou detalhes da operação.

O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Franco Frattini, sugeriu que forças especiais italianas e alemãs estiveram envolvidas. Adiantou que o Sudão e o Egipto executaram uma "operação altamente profissional" com a "intervenção dos serviços secretos italianos e especialistas das forças especiais" da Alemanha e Itália.

Os militares sudaneses e egípcios utilizando dois helicópteros lançaram o ataque e libertaram os cativos, disse a fonte.

Uma das fontes contactada disse que não houve tiroteio e que os reféns foram libertados em território chadiano.

As autoridades disseram que os turistas, que incluíam dois italianos com idades próximas dos setenta anos estavam em boas condições.

A agência de notícias Mena revelou que nenhum dos reféns ficou ferido na operação.

O grupo de reféns, que incluía cinco cidadãos alemães, cinco italianos, um romeno e oito guias egípcios, foram levados para uma base militar no cairo de avião e depois para observação médica. O outro refém foi também libertado.

Inquirido sobre se tinha sido pago um resgate, Frattini disse que "podia com segurança desmentir isso".

Os assaltantes, pertencentes a tribos do deserto, exigiam um resgate de 15 milhões de dólares.
Fonte: Agência LUSA

Libertados os 19 turistas raptados há 10 dias

Cairo, 29 Set (Lusa) - Os 11 europeus e oito egípcios raptados há 10 dias no sul do Egipto e depois levados para o Sudão e para a Líbia foram libertados sãos e salvos, noticiou hoje a televisão pública egípcia.

O anúncio foi feito através de um título no rodapé e não foram acrescentados quaisquer pormenores.

A informação foi entretanto confirmada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini, citado pelos 'media' italianos.

Segundo Frattini, os ex-reféns estão a ser transportados para o Cairo.

O grupo, composto por 11 turistas europeus - cinco italianos, cinco alemães e um romeno - e oito guias e motoristas egípcios, foi raptado a 19 de Setembro quando fazia um passeio no deserto do sudoeste do Egipto.

Os reféns foram levados pelos seus sequestradores primeiro para o Sudão e depois para a Líbia, desconhecendo-se para já onde se encontravam quando foram libertados.

Fonte: Agência LUSA