segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Raptados 15 turistas, incluindo cinco italianos, em Assuão

Roma, 22 Set (Lusa) - Um grupo de 15 turistas estrangeiros, incluindo cinco italianos, foi raptado na cidade egípcia de Assuão (sul), informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano.

As autoridades italianas não indicaram as nacionalidades dos outros dez turistas sequestrados, mas disseram estar "em contacto" com os ministérios dos Negócios Estrangeiros dos respectivos países e as suas representações diplomáticas e consulares no Egipto.

Segundo fontes egípcias citadas pela Reuters «on-line», o grupo poderá incluir dois israelitas e terá sido entretanto levado para o Sudão. Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio disse não dispor ainda de quaisquer informações.
Fonte: Agência LUSA

Faluca no Nilo

O aspecto religioso - O Islão


Após a visita, foi o regresso ao navio. E, porque ainda faltava algum tempo para o almoço, subimos até ao bar para uma pequena conferência em que ficamos a conhecer dados mais precisos sobre a República Árabe do Egipto e as visitas opcionais que poderiamos realizar.


Representação de Maomet


Dos temas abordados, o aspecto religioso foi aquele que mereceu a maior atenção do nosso grupo. Não apenas porque estamos em pleno Ramadão, mas, acima de tudo, porque vivendo nós de mitos acerca dos muçulmanos, tinhamos agora a oportunidade de desmistificar muitas preconceitos que, desde tenra idade, nos são transmitidos nas escolas e através dos media.

A ti, Farouk, os parabéns por teres sabido tratar deste tema com tanta elevação.

As sandálias do Faraó

O nosso lider tem o poder de espantar-nos com pormenores bastante interessantes em cada coisa que vemos nos monumentos que visitamos.

De facto, o Farouk esforça-se por estar actualizado e por oferecer aos seus Habibis coisas lindas, interessantes.

Desta vez, ao olharmos para um painel representando o Faraó acompanhado por Sacerdotes, somos surpreendidos com o número das sandálias que o dito Faraó calçava.

Querem saber qual é o número? Então vejam e ouçam...

Pois é! Isto só é possivel a quem se dedique de alma e coração à actividade que exerce e tem humildade para aprender cada vez mais tornando-se ainda maior que aquele(s) que se julga(m) o(s) maior(es).

O Templo de Horus


Este magnífico templo, situado em Edfu, que esteve escondido sob areia quase dois mil anos, é o maior e mais bem conservado templo ptolomeico no Egipto, sendo consagrado ao Falcão Horus, logo ao culto do Faraó.


Sobre o templo e o saque que os franceses fizeram, oiçam o que Farouk tem para nos contar...


Mostrando a entrada de um túnel que servia de passagem secreta para os sacerdotes abandonarem o templo em caso de guerra, Farouk fala-nos da escrita hieroglífica...




Evitando percalços


Estando inicialmente programada a nossa deslocação em charrete, até ao Templo de Edfu; a verdade é que acabámos por ser transportados num mini-bus, alugado à última-hora.

A razão para essa alteração pareceu-nos perfeitamente justificável. Na semana anterior, Fatouk, o nosso lider, viveu momentos inquietantes quando os cocheiros, que transportavam o grupo de portugueses que ele acompanhou, paravam as charretes, a meio do percurso, na tentativa de extorquir algum dinheiro aos turistas lusos que transportavam.

Um encontro com Octávio César Augusto

São 7 da manhã. Como é habitual, o telefone toca para nos despertar. Dispomos de 1 hora para nos arranjarmos e tomarmos o pequeno-almoço.
Edfu está repleta de cruzeiros encostados uns aos outros. Por saber que outro navio estaria encostado ao nosso, não tive a tentação de abrir os cortinados da janela do meu camarote para apreciar a paisagem.

Às 8 horas, saimos do nosso navio, atravessando os lounges de outros dois. Quanto espanto quando ao entrarmos num desses navios, nos deparámos com a representação de Octávio César Augusto que decorava a escadaria interior desse navio. Algo de majestoso.