Berço de uma das civilizações mais antigas da Humanidade, o Egipto foi o nosso destino para uma merecida semana de férias. Porque não pudemos levar-vos connosco, aqui fica o relato da nossa visita à pátria da estadista com o narizinho mais arrebitado do Mundo - Cleópatra e outros factos que, entretanto, têm sido merecedores de ser notícia...
domingo, 9 de agosto de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Arqueólogos descobrem cemitério com dezenas de múmias com 4.000 anos
Uma equipa de arqueólogos egípcios descobriu, no sul do Cairo, um cemitério com dezenas de múmias bem conservadas, pintadas de turquesa, ocre e dourado, algumas delas de 4.000 anos, anunciou hoje o diretor de antiguidades egípcias. "A missão encontrou dezenas de múmias em 53 tumbas cavadas na rocha", disse Zahi Hawass à AFP, acrescentando que "quatro das múmias remontam à 22ª dinastia (931-725 a.C.) e são consideradas das mais belas múmias já descobertas".
Segundo este responsável, outras datam do Médio Império (2061-1786 a.C.).
A necrópole foi descoberta perto da pirâmide de Ilahun, no Fayum, sul do Cairo. De acordo com o chefe da equipe, Abdel Rahme el Ayedi, foi também descoberta uma capela funerária, que serviu, provavelmente, até a época romana (30-337 a.C.).
A equipa encontrou ainda 15 máscaras pintadas, além de amuletos e cerâmicas.
Fonte: Agência LUSA
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Arqueologia: Busto de Nefertiti esconde as rugas da rainha egípcia
O rosto icónico da primeira mulher de Akenaton, desenterrado pelo alemão Ludwig Borchardt em 1912, não mostra a verdadeira face da "beleza do Nilo". Mas esta está imortalizada em pedra por detrás do gesso pintado e foi agora revelada graças a uma tomografia computadorizada. Este exame mostrou ainda algumas fissuras no busto de valor incalculável.O nariz tinha um ligeiro alto e os olhos eram menos profundos. As maçãs do rosto não eram tão proeminentes e as rugas nos cantos da boca e na face eram mais visíveis. O verdadeiro rosto de Nefertiti, a mulher do faraó Akenaton que viveu há mais de 3300 anos, esconde-se por detrás do seu famoso busto, exposto em Berlim. A "beleza do Nilo" não era afinal perfeita.
"É possível que o busto de Nefertiti tenha sido encomendado [pelo próprio Akenaton] para representar Nefertiti de acordo com a sua percepção pessoal", indicou Alexander Huppertz, director do instituto Imaging Science, em Berlim, na edição deste mês da revista Radiology. Este verdadeiro face lifting foi revelado graças a uma tomografia computadorizada.
O busto de 50 centímetros foi descoberto em 1912 pelo alemão Ludwig Borchardt, durante uma escavação ao estúdio do escultor real Thutmose, em Amarna. Por detrás do gesso pintado está uma estátua de pedra. "Até realizarmos o teste, não sabíamos qual era a profundidade do gesso ou se havia uma segunda face por debaixo. A hipótese era que a pedra por baixo era apenas um suporte", disse.
Mas os testes refutaram essa hipótese. "O rosto escondido de Nefertiti não era anónimo, mas uma escultura delicada feita por Thutmose", afirmou Huppertz, citado pela agência alemã DPA. Essa escultura foi depois alterada quando foi colocado o gesso. "De acordo com os ideais de beleza do período de Amarna, as diferenças tiveram efeitos positivos e negativos e podem ser lidas como sinais da individualização da escultura", indicou o perito alemão.
Nefertiti (1390 a.C a 1360 a.C) foi a primeira mulher do faraó Akenaton, famoso por ter sido o primeiro a renunciar ao politeísmo egípcio e a adorar um único deus, o Sol (Aton). Ao contrário de outras rainhas, era representada nas pinturas egípcias com a mesma proporção e tamanho que o faraó, levando os egiptólogos a afirmar que desempenhava também um papel político.
Esta foi a segunda vez que a estátua com 3300 anos foi submetida a uma tomografia computadorizada. Mas a tecnologia evoluiu muito desde 1992 e agora foi possível não só descobrir o verdadeiro rosto de Nefertiti, mas também o que pode ser feito para conservar este icónico busto. "Diferentes fissuras paralelas à superfície foram encontradas nos ombros, na parte inferior do busto e atrás a coroa", escreveram os peritos.
"A tecnologia de tomografia computadorizada não invasiva e as ferramentas de processamento tridimensionais permitem-nos um maior conhecimento da composição interna e do estado de conservação da escultura. Esta informação contribuirá em grande medida para a preservação desta antiguidade de valor incalculável", disse.
O busto de Nefertiti é uma das cinco antiguidades que o Governo egípcio gostaria de ver devolvidas ou pelo menos emprestadas para a inauguração do novo museu nacional, em 2011. Algo que a Alemanha já recusou. A peça, actualmente exposta no Altes Museum de Berlim, será uma das estrelas na reabertura do vizinho Neues Museum, em Outubro.
quarta-feira, 18 de março de 2009
A 'Capela Sistina do Antigo Egipto'

Chamam-lhe já a "Capela Sistina do Antigo Egipto". Uma equipa hispano-egípcia, liderada por José Manuel Galán, encontrou em Luxor, na margem do Nilo, uma câmara funerária pintada há 3500 anos, anunciou o Conselho Superior de Investigações Científicas de Espanha.
O túmulo, que faz parte da necrópole de Dra Abu el-Naga, tem as paredes e o tecto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, que foi um escriba real, supervisor do tesouro e dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres que foram faraós, filha de Tutmosis I (18.ª dinastia), cujo reinado durou de 1479 a 1457 antes de Cristo.
"Este é o sonho de qualquer egiptólogo", disse José Manuel Galán, citado pelo El Mundo. "Para além do indubitável valor estético, é importante porque nesta época não se decoravam as câmara funerárias. Só se conhecem outras quatro câmaras assim", explicou durante a apresentação da descoberta à imprensa. "O facto de Djehuty ter decidido pintar o seu túmulo coloca-o entre as figuras mais importantes e influentes da época", explica Galán, o director da equipa que, desde 2004, está a trabalhar em Luxor (antiga Tebas).
O túmulo, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metros de altura, terá sido uma dos primeiros a ser completamente decorado com pinturas, dizem os inves-tigadores. A equi- pa encontrou ainda uma entrada para uma outra divisão onde se encontrava um par de brincos de ouro que, provavelmente, pertencia a Djehuty ou a algum dos seus familiares. "Nesta época, os homens importantes da corte adoptaram o costume de se adornar com brincos, moda que pouco depois seria também adoptada pelos próprios faraós", explicou o egiptólogo.
Galán esclareceu ainda que as duas paredes que restam do túmulo estão cobertas com passagens do Livro dos Mortos, enquanto no tecto está pintada uma imagem da deusa do céu, Nut, que aparece com os braços abertos para abraçar o corpo do defunto, protegendo-o nesta sua nova existência.
A equipa de arqueólogos vai continuar a trabalhar nesta área e espera fazer mais descobertas valiosas. "Mas de nada serve encontrar vestígios desta importância se depois os abandonamos à sua sorte", disse José Manuel Galán. Por isso, a próxima campanha de escavações desta mesma equipa internacional dedicar-se--á, fundamentalmente, à preservação dos vestígios arqueológicos de Luxor. M. J. C., com agências
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Descobertas 30 múmias em túmulo faraónico a sudoeste do Cairo

Num comunicado, o Conselho Supremo de Antiguidades (CSA) anunciou hoje que o túmulo foi encontrado na zona de Gisr al Modir, a oeste da pirâmide escalonada construída como túmulo do faraó Zoser (2.650 anos a.C) pelo arquitecto e médico Imhotep.
O túmulo, de pedra calcária, pertence a um religioso chamado Sengim, que viveu durante a VI dinastia do Império Antigo(2575-2150 a.C).
Segundo o secretário-geral da CSA, Zahi Hawas, foi encontrado um poço de once metros de profundidade no interior do túmulo, perto da câmara mortuária, e um outro a leste, datado do ano 2640 a.C.
Dentro da câmara mortuária os arqueólogos encontraram 30 múmias e esqueletos, além de um ataúde de madeira com 180 centímetros de comprimento e decorado com hieróglifos, no interior do qual estava uma múmia datada de 640 a.C.
Hawas referiu que outros quatro ataúdes de pedra foram descobertos no mesmo túmulo. Um deles continua fechado mas deverá proceder-se à sua abertura este semana.
Em Sakkara, cuja área monumental cobre uma extensão de quilómetros quadrados, foi erigida a necrópole dos primeiros faraós, pelo que o recinto acolhe os túmulos mais antigos do Egipto, entre os quais a pirâmide escalonada do faraó Zoser.
Fonte: Agência LUSA
domingo, 21 de dezembro de 2008
Tumbas com mais de quatro mil anos descobertas no Egipto

Em comunicado do Conselho Superior de Antiguidades egípcias, o ministro da Cultura, Farouk Hosni, disse que são duas tumbas pertencentes a uma cantora e a um responsável da Administração do rei Unas, o último da V dinastia.
Os sepulcros, esculpidos na pedra e com hieróglifos no exterior, estão cerca de 400 metros a sudoeste da famosa pirâmide de Zoser, e foram encontrados por uma equipa de arqueólogos egípcios.
Uma dos túmulos pertence a um homem, identificado como Aia Mat, que ocupou vários postos de responsabilidade durante o reinado do rei Unas, como a supervisão dos clérigos.
A outra é de uma cantora e está decorada com uma pintura da artista, que aparece de pé e com uma flor de lótus.
O comunicado não especificou se no interior das tumbas foram encontradas as múmias dos falecidos.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Egipto recupera 79 peças arqueológicas roubadas em 2002
Segundo o ministro, as peças foram furtadas dos armazéns da Faculdade de Literatura da Universidade do Cairo.
O presidente do Conselho Supremo de Antiguidade, Zahi Hawas, explicou que as antiguidades foram levadas do país por um oficial norte-americano depois de comprá-las a um cidadão egípcio.
As peças foram descobertas quando o militar tentou vendê-las a uma leiloeira de Nova Iorque.
Quando foi interrogado, "não pôde demonstrar que era o legítimo proprietário das peças" e admitiu que as tinha retirado do Egipto de forma ilegal, de acordo com a nota.
As 79 peças chegaram ao Egipto no final da semana passada depois de um tribunal norte-americano se ter pronunciado a favor do Estado egípcio, explicou Hawas.
Fonte: Agência LUSA
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Descobertos restos de pirâmide da rainha egípcia Sesheshet

Perante dezenas de órgãos de comunicação social, o mediático arqueólogo Zahi Hawas, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egipto, mostrou hoje o último tesouro que o país salvou da areia e do esquecimento.
"É uma descoberta muito importante. Estamos acostumados a encontrar um túmulo ou uma estátua, mas hoje anunciamos o achado da pirâmide de uma rainha", disse Hawas.
Quatro milénios depois da sua construção, ainda se mantêm de pé cinco metros da estrutura original. A pirâmide mediu no passado 15 metros, com uma inclinação de 51 graus.
Os restos foram localizados no complexo funerário de Saqara, onde também se encontra a famosa pirâmide em escada de Zoser e que fez parte da necrópole de Mênfis.
Na apresentação, o arqueólogo realçou que se trata "de uma das pirâmides mais importantes da quinta dinastia" do Império Antigo.
"Ainda não entrámos na câmara da pirâmide", assinalou Hawas, prognosticando que, no seu interior, se encontrarão "inscrições que falam de Sesheshet".
A pirâmide, como muitas outras, foi saqueada. Ainda hoje é visível um largo buraco por onde se supõe que os ladrões tenham entrado.
Os peritos localizaram durante as escavações uma capela construída no Império Novo, na qual se conservam restos de escrita faraónica, e uma parte do revestimento da pirâmide.
Hawas chegou à conclusão de que este monumento foi construído para Sesheshet depois de ter estudado o contexto histórico e de serem feitas outras descobertas na zona, onde dirige investigações desde 1988.
O arqueólogo mencionou um "papiro médico" em que a rainha pedia conselho sobre problemas que tinha com o seu cabelo.
Segundo Hawas, as pirâmides das duas mulheres de Titi, Khuit e Iput I, já foram localizadas, não havendo conhecimento de mais rainhas ligadas a este faraó.
Por esta razão, e apesar da ausência de provas definitivas, Hawas está convencido "a cem por cento" de que os restos pertencem à pirâmide da rainha Sesheshet.
"Eu digo sempre que se desconhecem os secretos que escondem as areias do Egipto", sentenciou.
Fonte: Agência LUSA
sábado, 18 de outubro de 2008
O reencontro...

Durante o jantar, sempre animado com as memórias das nossas visitas e dos instantes passados com o nosso líder Farouk, ia-se juntado a comida e… claro, a bebida… e o sorriso ia-se reflectindo na cara dos nossos habibis alcoólicos… :)
Como é o caso do Pedro…

…da Ana (ou a “madrasta má do Pedro”)… :)

…ou até mesmo da Sofia… a quem o copo já lhe parecia pequeno… :)

Efectuada a troca de fotografias e pago o jantar, estava na hora de dar rumo ao “Nr 2 – É prá poncha” para dar continuidade à noite. Para os mais preocupados com a viagem que se avizinhava ou as ressacas do dia seguinte, uma água ou um refrigerante era o ideal para manter a serenidade… mas a maioria dos habibis não se intimidou e optou mesmo pelas saborosas e traiçoeiras ponchas de maracujá e de tangerina!
À medida que o tempo foi passando, alguns habibis foram regressando ao seu habitat, mas os mais resistentes, mesmo sem karkadé, persistiam em manter vivo o espírito da noite. Após a saída do Nr 2, e novamente na companhia do habibi Sérgio e da sua amiga, foi vez de efectuar um passeio “Lisboa by night” para queimar as calorias até ali ganhas!

A indecisão sobre o próximo local pairava e a opinião divergente da habibi Márcia, que não pretendia conversa em prol de acção, acabou por derrotar a ideia de prosseguir para uma noite de pura cavaqueira. Assim sendo, turno ao Blues e toca a abanar o corpinho… ou o que ainda restava deste…!
O final da noite foi-se avistando, mas o entusiasmo mantinha-se… e como a fome apertava, nada melhor (ou talvez por falta de alternativas) que um caldinho verde e um pão com chouriço no Saloio para terminar a dose.
Mas às 5 horas, a reacção já era pouca e o habibi Pedro aproveita para recostar…
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Foto cedida por Sandra Dantas
…enquanto o habibi Cacildo entrava em estado de sonambulismo!
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P Foto cedida por Sandra Dantas
Mas para voltar a casa, estava na altura de beber uma água e estimular o cérebro…
P

Foto cedida por Sandra Dantas
Foto cedida por Sandra Dantas
Obrigado a todos os habibis presentes (e igualmente àqueles que por motivos contingentes não puderam comparecer) pela manutenção do espírito de união que incrivelmente umas curtas férias conseguiram proporcionar.
Face à forma como este 1º encontro decorreu, apenas uma ideia persiste… outros encontros se seguirão concerteza!
Post da autoria do Habibi Eduardo
terça-feira, 14 de outubro de 2008
E depois do Adeus
O desafio que agora se apresenta é o da organização de um jantar, tarefa que o habibi Eduardo acaba por tomar em mãos concretizando este desejo dos seus habibis.
Agendado para o próximo Sábado, o jantar é na Portugália do Cais do Sodré e o número de inscrições não deixa espaço para dúvidas. Dos 22 elementos do grupo, 16 estarão presentes, dois deles vindos do Porto (Sandra e Pedro) e os outros dois, de Leiria (Mónica e Pedro).
Mas se o número de inscrições é per si, bastante simpático, não podemos deixar de sublinhar a impossibilidade da Esperança e do José estarem connosco nesse dia. Não que não quisessem mas porque a nossa habibi vai ser submetida, esta semana, a uma intervenção cirúrgica.
Assim, aqui fica um beijo para a nossa habibi e os votos para que tudo corra pelo melhor e para que a sua recuperação seja o mais célere possivel.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Turistas raptados libertados na fronteira do Chade
Os turistas e os seus guias regressaram hoje sãos e salvos ao Cairo, revelou fonte oficial.
A operação pôs fim a um drama que já durava há dez dias e que envolveu 19 turistas europeus e os seus oito motoristas egípcios e guias através de uma faixa do deserto do Sahara. Os turistas foram capturados por assaltantes e obrigados a deslocar-se no deserto entre o Egipto e o Sudão e mais tarde para a fronteira com a Líbia e com o Chade.
Uma fonte da segurança egípcia disse, sob anonimato, que a operação conjunta junto à fronteira sudanesa-chadiana foi conduzida hoje de manhã.
O ministro egípcio da Defesa, Hussein Tantawi, disse que "metade dos raptores foi morta na operação de salvamento", segundo a a agência oficial MENA, mas sem precisar o número ou detalhes da operação.
O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Franco Frattini, sugeriu que forças especiais italianas e alemãs estiveram envolvidas. Adiantou que o Sudão e o Egipto executaram uma "operação altamente profissional" com a "intervenção dos serviços secretos italianos e especialistas das forças especiais" da Alemanha e Itália.
Os militares sudaneses e egípcios utilizando dois helicópteros lançaram o ataque e libertaram os cativos, disse a fonte.
Uma das fontes contactada disse que não houve tiroteio e que os reféns foram libertados em território chadiano.
As autoridades disseram que os turistas, que incluíam dois italianos com idades próximas dos setenta anos estavam em boas condições.
A agência de notícias Mena revelou que nenhum dos reféns ficou ferido na operação.
O grupo de reféns, que incluía cinco cidadãos alemães, cinco italianos, um romeno e oito guias egípcios, foram levados para uma base militar no cairo de avião e depois para observação médica. O outro refém foi também libertado.
Inquirido sobre se tinha sido pago um resgate, Frattini disse que "podia com segurança desmentir isso".
Os assaltantes, pertencentes a tribos do deserto, exigiam um resgate de 15 milhões de dólares.
Libertados os 19 turistas raptados há 10 dias
O anúncio foi feito através de um título no rodapé e não foram acrescentados quaisquer pormenores.
A informação foi entretanto confirmada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini, citado pelos 'media' italianos.
Segundo Frattini, os ex-reféns estão a ser transportados para o Cairo.
O grupo, composto por 11 turistas europeus - cinco italianos, cinco alemães e um romeno - e oito guias e motoristas egípcios, foi raptado a 19 de Setembro quando fazia um passeio no deserto do sudoeste do Egipto.
Os reféns foram levados pelos seus sequestradores primeiro para o Sudão e depois para a Líbia, desconhecendo-se para já onde se encontravam quando foram libertados.
Fonte: Agência LUSA
domingo, 28 de setembro de 2008
Exército matou seis dos oito raptores do grupo de turistas europeus sequestrado no Egipto
Depois de uma perseguição a alta velocidade no deserto, que acabou numa troca de tiros, as autoridades prenderam os dois raptores que sobreviveram, os quais informaram a polícia de que o grupo de turistas se encontra sequestrado por mais 35 homens armados no Chade.
Onze turistas europeus e oito egípcios foram capturados no passado dia 22, quando participavam num safari no deserto do Sul do Egipto, tendo ficado sequestrados numa região remota, na zona fronteiriça do Sudão, Chade, Egipto e Líbia.
"Os raptores indicaram que os turistas ainda se encontram sequestrados num esconderijo no Chade, mas nós não dispomos de informações detalhadas acerca de uma intervenção armada por parte do exército chadiano", afirmou o conselheiro da presidência sudanesa, Mahjoub Fadl Badri, citado pela AFP.
Segundo fonte das autoridades egípcias, os raptores exigiam um resgate de seis milhões de euros pela libertação dos onze turistas europeus, entre os quais cinco italianos, cinco alemães e um romeno.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Até Lisboa!
*Foto cedida pelo Habibi Eduardo
*Foto cedida pelo Habibi Eduardo
Depois, veio o abraço e o desejo para que as próximas 3 semanas passem o mais depressa possivel para que, em Lisboa, nos possamos reencontrar com o líder - Farouk Amirali.
Na piscina do hotel
... uns banhos de sol...
... umas braçadas...
... ou um mergulho
Outros há, que aguardam por qualquer coisa para matar a fome...
E, apesar da piscina estar quase a fechar, há quem desafie o horário...
É o caso do Eduardo que deu por bem empregues os poucos minutos a que teve, ainda, direito.
É o caso da Ana e do Manuel, de quem o grupo pensava serem os meus pais.
No Palácio de Montazah
Porque o restante pessoal chama por nós, encaminhamo-nos para o Harém do Palácio onde é servido o "manjar".
A ementa é constituída por galinha assada com arroz de canela e sultanas, cerveja egípcia, refrigerantes ou água e, para sobremesa, salada de frutas.
Terminada a refeição é tempo de passar ao salão da música onde um trieto inicia a sua actuação musical. Querem ouvir um pouco?
Então aqui vai...
Pois claro, o nosso "Brasuquinha" tinha que dar o ar da sua graça, pois então!
A caminho do almoço
Retrato do Presidente Hosni Mubarak
A Biblioteca - Um Templo do Saber
Na Mesquita de Abu all-Abbas
P
A caminho da Biblioteca de Alexandria, uma breve paragem na Mesquita de Abu all-Abbas. Cumprindo os preceitos do Islão, as meninas separaram-se dos rapazes e entraram no templo para uma pequena visita, pois a oração estava quase a começar.



