Chegados à pequena embarcação que nos transportará ao Nile Admiral, todos tomam os seus lugares.
P
A aldeia núbia vai ficando para trás e, enquanto na cobertura, os mais endiabrados desafiam a lei da gravidade em sessões fotográficas, no interior do barco a animação está em grande com a nossa gente a alinhar, ao som de um pandeiro, nos cantares tradicionais de Assuão e a responder com os cantares tradicionais do nosso país.
E porque nestas coisas, quando canta um português, cantam dois ou três, eis quando somos surpreendidos pela aproximação de uma outra embarcação. A bordo, gentes da cidade do Porto que rapidamente se associam à nossa festa, cantando e dançando, oferecendo mais força àquele espirito lusitano que só nos lembramos de extravazar quando estamos longe da Pátria-Mãe.

Sem comentários:
Publicar um comentário